terça-feira, dezembro 05, 2006

FELICIDADE DOS GUERREIROS


O que nos resta diante das circuntâncias opressoras, as vezes determinante? E das situações nem sempre bem-vindas de nossa existência? Somente um grande muro de lamentações ou a coragem que nos faz lutar é que é nossa fortaleza?
Se decidirmos pela pena de viver, isto será uma decisão nossa, uma escolha que é filha da liberdade e da responsabilidade de nossos atos. Existem criaturas que dão o nome a isso de azar, seria melhor chamar-lhes de objetos. Porém, se a resignação diante da opressão for percebida não como pedras e espinhos do caminho, mas como a força motivadora para lutarmos e ultrapassarmos as adversidades da jornada substituindo o conformismo pela resistência, então, poderemos dizer que ousar é sorte, e esta, é criada pelo nosso agir.
A inércia não é honra nem dá prazer ao pensamento daquele que faz da sua guerra, das suas batalhas, a inspiração e o sentido de ser e de estar presente aqui. o que vai ficar marcado na história não é a tirania, a maldade e a tirania dos homens das trevas, mas sim, a apatia e a indiferença dos homens da luz.
Estas foram minhas palavras que encontraram um ancoradouro nas de Martin Luther King: "Quem não encontrou um motivo para morrer não está preparado para viver".